Alguém já disse...

Os do mal começam a vencer quando os do bem cruzam os braços!

sexta-feira, 24 de março de 2017

kkkkkkk

Resultado de imagem para gargalhadas políticas       Como no Brasil até tragédia vira piada, já estão dizendo que essa função de botarem papel e pelão na carne ao menos serviu para esclarecer uma expressão há muito usada: “vou ali no banheiro passar um fax...”. KKKKK. E não é que é?

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

Vinhedos - Vale Verde - Edição 2017

         Este ano nosso grupo de ciclismo resolveu repetir a dose e organizou nosso passeio ciclístico anual com saída do Vale dos Vinhedos e chegada em Vale Verde, no finde de 21-22/01/2017. No entanto, ao contrário do ano passado, em que fizemos a rota via Marcorama, Daltro Filho e Coronel Pilar, passando por Imigrante, Colinas e Lajeado, optamos por uma rota alternativa, passando por Monte Belo do Sul, Santa Tereza, Roca Sales, Colinas, Lajeado e Cruzeiro do Sul. Mais uma vez, um graaaaande passeio, que desta vez contou com sete ciclistas.
Foto Clássica!
         A manhã de sábado reservou uma temperatura amena, o que tornou bastante agradável o início da pedalada. 
       Por ser época de vindima, o Vale dos Vinhedos estava especialmente movimentado. Olho no trânsito e melhor, então, fazer algumas visitas... 
       Vai aí uma dica: fuja das grande vinícolas, pois a simpatia para com o ciclista não é das melhores, a atenção das atendentes deixa muito a desejar e, por estar de bike, o acesso às pequenas se torna mais atrativo...
Para onde ir?
Digno de elogio!
         Degustados alguns vinhos e espumantes, era hora de encarar o trajeto inicial: Monte Belo a Santa Tereza. Fizemos o trajeto todo por asfalto (depois descobrimos que havia uma alternativa pela "estrada antiga", o que ficará para outra oportunidade). Atenção para as curvas! Por ser um declive forte o convite para "liberar os freios" é tentador... No entanto, existem curvas muito fechadas, onde a tentação de tangenciar põe à prova muita técnica de pilotagem, ainda mais em se tratando de bikes com bagagem; o risco de não vencer a curva é bastante grande. 
         Em Santa Tereza uma surpresa: é uma cidade bastante frequentada por ciclistas, tanto os que estão descendo a serra, quanto os que estão subindo. Parada básica para almoço, e... pernas pra quem te quero!
Turistas...
         De Santa Tereza partimos para Roca Sales e, logo na saída, aquela lombinha básica. O mapa, indicava 04 km; in loco foi 3,5. Nada que um bom empurra bike e uma manivela não resolvessem. Depois, morro abaixo e salve-se quem puder. 
       Foi uma tarde bastante quente, e o sol começou a surtir efeito: a água acabou rápido, o soro também, e a sade parecia não ser saciável. Começaram, então os "para-e-bebe" (e às vezes come).
Um pouco de história...
         De Roca Sales a Colinas o calor foi sentido de forma mais intensa ainda, e alguns companheiros começaram a sentir falta daquela energia queimada em alguns sprintes e em algumas escaladas; resultado: algumas fortes câimbras e o ritmo despencou (para outros, o rimo já havia despencado desde o início da pedalada, kkk). 
    Em Colinas, uma pausa mais demorada, com direito à hidratação especial (leia-se etílica). Faltavam poucos quilômetros até Lajeado, nosso pernoite.
      No segundo dia, saímos de Lajeado via Cruzeiro do Sul, e. depois, RS 244. Por ser domingo, havia pouco movimento.
       Elemento comum nas diversas cidades por que passamos é que são cidades bonitas, limpas, com população bastante receptiva aos ciclistas. 
Colinas, as bikes fazem parte da ornamentação de toda a cidade
     Após quase 160 km, a chegada em casa apenas justifica os aspectos positivos deste tipo de atividade: conhecer regiões que, de outra forma, não seria possível, estreitar os laços de amizade, interagir com a natureza e fortalecer o corpo e a mente. Saldo cem por cento positivo. Positivíssimo como diria um dos nossos.
Pronto para a próxima!



Quase em casa...




O camelo pronto para a próxima...






quinta-feira, 26 de janeiro de 2017

Vai viajar de Bike? 2


A viajem será em grupo? Algumas implicações então.

Arrume suas coisas de véspera: faça o check list! Isso ajuda mesmo!
Sua bike também deve estar pronta na véspera: deve estar revisada, pneus calibrados, freios ajustados, lubrificada... Não esquece a câmara sobressalente, ferramentas, remendos de urgência...
Seja pontual. Seu atraso causará o atraso de todos os seus companheiros que tiveram a responsabilidade e o respeito de chegar no horário. Mas, somente mas, se for se atrasar, avise.
Resultado de imagem para viajar de bike dicas
Tudo pronto, é só curtir a viagem....
Em viagens mais longas, e por  regiões ainda não conhecidas, é necessário maior atenção à hidratação: é aconselhável duas caramanholas, uma com água, outra com isotônico (para repor os sais que se perde). Seja autossuficiente: seus companheiros darão a água deles se precisar, mas isso não é muito justo. Cuidado, também, com a alimentação: nem sempre haverá uma lancheria ou restaurante por perto. Leve alimentos para os intervalos das refeições ou para emergência.  Os géis energéticos não substituem os alimentos e não fazem milagres... E não esquece:bebe antes de ter sede; come antes de ter fome...
Cuidado com o peso da bagagem: leve o necessário para os dias de viagem (olha o check list!). E leve somente aquilo que tu podes carregar. Ninguém tem que carregar teu peso.Li em algum lugar que o peso da bagagem não pode superar 20% do peso do conjunto ciclista-bike. Depois de cem quilômetros, qualquer quilo a mais faz diferença... Prefira sempre bagageiro às mochilas. 
Existe muita literatura a respeito de viagens de bike... 
Bom pedal.



segunda-feira, 23 de janeiro de 2017

Vai viajar de bike? - 1


  
Resultado de imagem para viajar de bikeO período de férias é uma ótima oportunidade para aqueles que apreciam bicicleta ousar um pouco mais e se propor a pedaladas mais logas, conhecendo novos lugares e, em consequência, ponto à prova um pouco da preparação física e, por que não psicológica...
Alguns cuidados, no entanto, se fazem necessários.
Primeiro, claro, a preparação física do ciclista, pois é exigido um mínimo de condicionamento para que o passeio não se tornou um fardo, afinal, como se sabe, o cansaço é obrigatório, mas o sofrimento é opcional...
Outro fator a ser considerado é o equipamento básico: uma bicicleta minimamente apta para viagens mais longas, afinal, é ela que nos transportará em nossa aventura. Não se pode esquecer, também, dos equipamentos básicos de segurança: capacete, luvas, óculos e roupas confortáveis, de preferência as apropriadas para pedalar.
Planejamento é uma palavra chave. Onde ir, onde se alimentar, onde pernoitar, estado geral de rodovias e estradas, o trânsito, os riscos, as possibilidades...
Um check list é fundamental: o que levar, onde carregar (bagageiro? mochila?), como acondicionar, o que é necessário, o que é supérfluo, alimentação de emergência, hidratação, etc.
Esses são os primeiros passos...

sexta-feira, 6 de janeiro de 2017

Piada de ocasião...


Resultado de imagem para gargalhadas de bebe         Amigo meu, professor estadual também, foi ao médico, pois andava sentido algumas dores e uns sintomas muito inconvenientes (coisa muito normal entre os funcionários públicos atualmente...). Após uma série de exames ouviu o seguinte diagnóstico: amigo, seu estado não é nada bom; está complicada a coisa e inspira muitos cuidados. Ao que ele disse: tudo bem doutor, sei que meu estado não está nada bem. Mas vamos deixar de falar do Rio Grande do Sul e tratar da minha saúde? Kkkkkkkk