Alguém já disse...

Os do mal começam a vencer quando os do bem cruzam os braços!

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

É justo! Ou será que estou mal acostumado?


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           Depois das férias escolares, preparamo-nos para o retorno das atividades.
         Apesar de o clima na Escola onde trabalho não ter terminado da melhor forma que se gostaria, ou como seria aconselhado, sempre se tem a expectativa de que o reinício do ano letivo seja o mais agradável possível.
         Aí, nesta expectativa, se recebe da Supervisão (que aqui não me parece ser super e nem ter visão) um aviso de que, no primeiro dia, as atividades serão das 13 às 18 horas e das 19 às 22 horas, isso no primeiro dia, depois de férias, de praia e de carnaval!
         Será que é normal ou razoável recomeçar o ano letivo com tamanha exigência e com este ritmo?
        Devemos começar o ano letivo com nossos alunos de forma prazerosa e amena, isto é certo. Mas não deveria ser o mesmo para com os professores?
      Como não quero ser o "Joãozinho do passo certo" e nem um "desmancha prazeres", vou cumprir com minha obrigação e torcer para que apenas tenha faltado um pouco de bom senso à turma.

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

Outros Carnavais...


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Em épocas pretéritas, de águas passadas, por esses dias dedicávamo-nos tanto ao Carnaval que passávamos praticamente vinte e quatro horas envolvidos. Era um tal de bordar fantasia, arrumar carro alegórico, ensaiar samba-enredo e afinar a bateria, que mal tinha-se tempo para descanso.
Em General Câmara, que já teve grandes carnavais de rua e de salão, vivia-se numa intensidade de lembranças imemoriais.
    Disputas renhidas entre os blocos e cordões carnavalescos, sustentados, muitas vezes, pelo nosso próprio bolso, faziam dos desfiles de rua um espetáculo grandioso, de brilho, dedicação e luxo, reunindo mais que o dobro da população da cidade, entre componentes de blocos e plateia. Os jurados, mantidos em segredo até o início dos desfiles, eram trazidos de Porto Alegre. Nos salões, ah, os salões!, “pulava-se” marchinhas e hits animados por grandes bandas como Imagem, Mensagem, Je Revians, Caravelle, Itamone, Elenco, Impacto, e muitas outras. Éramos polivalentes: já fui puxador de samba, mestre de bateria, alegorista, estilistas, diretor, letrista, relações públicas, catador de recursos, etc. 
         Tudo pelo simples prazer de viver um bom e intenso carnaval. Mesmo que numa cidade pequena como a nossa.

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

A PETROBRAS e o QUARTO PODER



         Diante de tantas safadezas envolvendo a PETROBRAS, muitas pessoas cobram que deve haver um "Quarto Poder" que fiscalize a gestão dos órgãos públicos e das empresas estatais. Me parece que este "Quarto Poder" já existe e que apenas precisa de mais eficiência e autonomia. MP, PF, jornais e jornalistas já fazem sua parte, afinal, se hoje sabemos de tantas mazelas é por que alguém as está investigando. Temos que lutar para ampliar as ações desses órgãos, aumentando os investimentos nos mesmos, a autonomia e o poder de polícia que possuem, a qualificação dos profissionais, sem o constrangimento de atingir esta ou aquela pessoa ou entidade a ser investigada.
      Não à censura, não à submissão política dos órgãos policiais e sim à responsabilização penal e civil de todos esses corruptos.
    No entanto, é necessário, também, que nós, a sociedade, os cidadãos de bem pagadores de impostos,façamos nossa parte não deixando-nos esquecer desses safados, escolhendo políticos competentes e aparentemente honestos.
      Se for assim o processo de mudança está iniciando bem. Demora, mas vai.

quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

E 2015 começou...



... no nível municipal, com a mesmice de sempre, sem nenhuma expectativa de grandes ou boas mudanças;
... no nível estadual, com o governador Sartori aumentando seu salário e, depois da pressão da sociedade e de ácidas críticas, voltando atrás e abrindo mão do mesmo (mas não vetou o aumento dos deputados estaduais);
... no nível federal, com a presidente Dilma fazendo uma série de coisas que durante a campanha à reeleição disse que não iria fazer: aumento de combustíveis, de juros, de impostos, etc.
         Depois não entendem (ou entendem!) por que a classe política brasileira é tão desprestigiada.

quarta-feira, 31 de dezembro de 2014

Expectativas para 2015...



E o ano de 2014 terminou como começou: o Brasil sacudido com denúncias de corrupção, investigações e prisões. É assim que deve ser. Não nos iludamos em pensar que corrupção só existe no governo do PT. Sempre existiu, independentemente de quem esteja no poder. Investigações, prisões, julgamentos e punições devem ser práticas constantes em uma democracia e, por isso mesmo, defendias por toda pessoa de bem. Que a Justiça se faça. E rápido. E que os corruptos acabem na cadeia e não sejam tão facilmente esquecidos. Mesmo tendo cumprido suas penas. A propósito, alguns figurões de empreiteiras presos na Operação Lava-Jato passarão o Réveillon no xilindró, sem suíte em Copacabana, sem praia em Saint Tropez, sem champanhes e espumantes de R$ 250,00 (as mais baratinhas), sem caviar, sem charuto de R$ 50,00 cada, sem fogos... Eh, mundo véio sem porteira... Bem que isso podia ser a constante de 2015!

quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

E pode piorar...



         Me parece que estamos diante de uma nova epidemia que deverá ser tratada por médicos da mente, da alma e do espírito e não do físico. Ou não?

quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

Fecha-se o cerco...



Entrou em vigor esta semana uma lei que vai exigir muita aprendizagem e educação por parte da comunidade. Agora é terminantemente proibido fumar em locais fechados, sejam públicos ou privados. Não se pode mais fumar em bares, em bailes, em aniversários, em velórios, em lojas, em restaurantes, ou seja lá onde for. Somente em espaços abertos. É uma lei que dependerá da educação das pessoas uma vez que será difícil a fiscalização e a “punição” dos infratores. Estreita-se cada vez mais o combate ao vício do tabaco. No cerne da questão, claro, o interesse, a saúde e o bem estar dos não-fumantes.

Está lançada a sentença: um simples cigarro terá o poder de determinar, então, quem é bem ou mal educado. Sem chororô nem nhe-nhe-nhém!