Alguém já disse...

Os do mal começam a vencer quando os do bem cruzam os braços!

quarta-feira, 15 de outubro de 2014

Pequena Moenda - Pequeno Equívoco



      Observando-se a figura ao lado, chamada Pequena Moenda Portátil, do pintor Jean Baptiste Debret, de 1835, dá para se ver que a mesma possui um pequeno equívoco. O amigo leitor saberia identificar? Por favor, deixe sua percepção. Na próxima semana, se ninguém descobrir, dou a resposta.
       Abraço.

segunda-feira, 13 de outubro de 2014

2º TURNO



Agora é uma nova eleição. Novo nuance, nova campanha, novos desafios aos candidatos.
Posso estar enganado, mas penso que aqui no Rio Grande as favas já estão contadas. E não é por que sou membro da campanha “Tarso nunca mais”, mas não vejo potencial desse candidato para superar José Ivo Sartori, ainda mais com as novas alianças que estão se desenhando. Mas a corrida apenas está começando...
Em nível federal, me parece que a disputa será mais renhida. Ambos os contendores têm pontos positivos e negativos. E vão depender, sobremaneira, do apoio a ser recebido do grupo da Marina. Algumas questões são pertinentes.
No caso da Dilma, por exemplo, é inegável a rejeição que ela está sofrendo de muitos setores que, até então, apoiavam as políticas do governo do PT. Isso apesar de ter vencido, no primeiro turno, na maioria dos estados brasileiros. Ainda, partidos pertencentes ao grupo da Marina já informaram que estão liberando os seus eleitores para votar no Aécio, em branco ou nulo. Nela, não!

Já no caso do Aécio, é questão emblemática o fato de, em seu estado, Minas Gerais, o governador eleito ter sido do PT e ele, Aécio, ter sido derrotado pela candidata Dilma. Se seu governo foi tão bom como alegam, como isso ocorreu?
Aguardemos...

segunda-feira, 29 de setembro de 2014

Participação Política & Cidadania



Outro dia numa roda de amigos questionei a qualidade de nossos políticos por entender que a maioria é carecedora de preparo, aptidão e até conhecimento e formação para exercer minimamente o cargo para o qual se candidatou.
Colega meu, filho de político, interpelou-me dizendo que se eu penso que os políticos são incompetentes ou que se eu poderia fazer melhor eu deveria me candidatar ao invés de ficar apenas criticando. Sei que muita gente pensa assim e volta e meia usam tal argumento. Mas ele, o argumento, não se aplica ao caso. Defendê-lo é mostrar desconhecimento político.
Todos sabemos que o exercício da cidadania, isto é, a participação política, se faz de duas maneiras: votando ou sendo votado. Não existe alternativa. Quando alguém justifica o voto (a ausência na eleição), por exemplo, está abrindo mão de exercitar sua cidadania através de seu voto que, também sabemos, é um “direito-dever”.
Eu, como a maioria da população brasileira, participo (e bem) politicamente através da primeira maneira; outros, pela segunda. Entendo que não há hierarquia entre os do primeiro grupo, os que votam, e os do segundo, os que são votados.
Assim sendo, se eu participo ativamente do exercício da cidadania, não tem por que eu não poder criticar. Quem não quer ouvir crítica que não entre na política.
Apresentado meu argumento as discussões se acaloraram e muitos foram os argumentos a favor de uma e outra tese.
A meu favor também pesa o fato de que os salários (que não são salários, mas subsídios) dos políticos são pagos por todos nós. Ora, se nós pagamos os políticos, nós podemos (e devemos) criticar. É mais do que justo. É cargo público mantido por nós.
A eleição de políticos incompetentes, safados e corruptos juntamente com muitos outros que são honestos e probos é o ônus da democracia. Faz parte do jogo. E se a eleição daqueles pessoas ocorre é por que o pessoal do primeiro grupo, aquele que vota, não está cumprindo de forma satisfatória a sua função. Então se equiparam  àqueles: são incompetentes, safados e corruptos.

Para esclarecer, em claro e bom tom, prefiro sempre o maior de todos os ônus da democracia ao maior de todos os bônus de uma ditadura. Sempre!

segunda-feira, 22 de setembro de 2014

Revolução Farroupilha, Tradicionalismo e Polêmica



Vinte de Setembro! Sirvam nossas façanhas (quais façanhas?) de modelo a toda terra!
Gauchada de todas as querências reunidas para comemorar, com muito orgulho, a Revolução Farroupilha e as grandes façanhas deste povo que, província diminuta que era, ousou se levantar contra o Império e, durante dez anos, sustentou esta que foi um dos maiores conflitos da história brasileira.
Apesar de ser nossa data máxima, a História do Rio Grande do Sul não é muito conhecida dos gaúchos. Não como deveria ser. E ainda, para tornar o quadro mais complexo, há muito em se fazer em termos de pesquisa, afinal, os quatro séculos da história rio-grandense não se resumem apenas à Revolução sábado comemorada.

Não por acaso quando se fala em Guerra dos Farrapos ou Revolução Farroupilha muito se confunde história com tradicionalismo e com nativismo que, entendo, são coisas diferentes. Complementares, mas diferentes. E aí, amigo leitor, tem-se a semente da polêmica. 
História do Rio Grande do Sul e tradicionalismo são, neste momento, quase que sinônimo de polêmica.

terça-feira, 9 de setembro de 2014

segunda-feira, 18 de agosto de 2014

Uma perda...



A morte de Eduardo Campos representou um baque nas estruturas políticas nacionais. De sua parte, apresentava-se como alternativa à polarização da disputa entre Dilma e Aécio. Claro que os olhos voltados para as eleições presidenciais de 2018.
Da parte desses adversários, aparecia como um fiel de balança, gerando expectativas quanto a seu desempenho e a possibilidade de vir formar uma imbatível coligação no segundo turno.
Pelos comentários que ouvi após o acidente, junto às pessoas próximas, não era de se surpreender se fizesse muitos mais votos do que imaginava, superando as mais otimistas expectativas.
Isso sem falar na Marina Silva que, sabemos, há algum tempo já conquistara boa simpatia entre considerável parcela do eleitorado brasileiro.
A expectativa é de como a coligação que neste momento se apresenta acéfala, se comportará para substituir o candidato falecido. A sucessora natural é Marina, mas é sabido que na própria estrutura do PSD há resistências a seu nome.

Dilma e Aécio com “as barbas de molho”.