Alguém já disse...

Os do mal começam a vencer quando os do bem cruzam os braços!

segunda-feira, 16 de julho de 2012

Hein?

         E pensar que tem gente que chega na quinta-feira lamentado que a semana está acabando e que na sexta-feira despede-se do serviço (emprego) até a próxima segunda.
      E da mesma forma há aqueles que trabalham (em emprego) para viver. E aqueles que vivem para trabalhar (em um emprego).
         "Ser ou não ser, eis a questão!".

sexta-feira, 6 de julho de 2012

O Paradoxo da Consulta Popular



         O sistema de Consulta Popular, sucessor do Orçamento Participativo, foi criado objetivando, entre outras coisas, promover uma maior participação das populações na escolha das demandas e necessidades de suas comunidades a serem atendidas pelo poder público estadual.
        Em comunidades pequenas, além das urnas estrategicamente colocadas em repartições públicas, escolas e agências bancárias, existem "urnas volantes", que vão às casas dos eleitores.
         
        Se por um lado essas urnas volantes aumentam os índices de participação das comunidades (e a possibilidade de recebimento de investimentos se amplia), por outro lado, trazem um efeito colateral: a desmobilização da comunidade.
          Atrair verbas e investimentos estaduais para seu município deveria ser de interesse imediato de todo e qualquer cidadão. Esses, deveriam ser os primeiros a se informar sobre as demandas, as necessidades de sua comunidade e as expectativas a serem alcançadas pelo processo de consulta popular. No entanto não é o que se vê. A tônica é termos uma boa parte da população desinteressada na participação efetiva no processo de consulta popular. Além de não participarem dos processos de discussão e seleção das prioridades, muitos nem se quer participam das votações, apesar do chamamento que, sabemos, é intensamente feitos pelos meios de comunicação e pelas lideranças municipais. Apresentam uma variada gama de desculpas estapafúrdias: não têm tempo, têm que trabalhar, não têm como ir votar, etc. Agem como se nada lhes dissesse respeito. Muitos outros só participam do processo por que pessoas da comunidade levam a si urnas para captar seu voto.
         É justamente aí que reside o grande paradoxo dessa consulta popular: se os agentes da participação e consulta popular não levarem a essas pessoas as urnas, elas não votam, diminuindo o índice eleitoral do município e, em consequência, a chance de o mesmo receber investimentos oficiais. Ao mesmo tempo, ao fazer isso, estão contribuindo para a manutenção e ampliação desse estado de acomodação alienante, pois as pessoas sabem que não precisarão ir até as urnas votar, pois alguém fará isso por eles; não precisam discutir e escolher demandas, pois alguém fará isso por eles. Serve, então, este procedimento, como um instrumento de desmobilização das populações. E de incentivo ao desinteresse participativo.
         As pessoas desinteressas em participar ativamente das questões referentes à consulta popular são, via de regra, as mesmas desinteressas em, por exemplo, participar dos conselhos municipais de administração. São as mesmas que não se preocupam em votar em candidatos competentes nas eleições, em acompanhar e fiscalizar a administração municipal, em averiguar respectivas prestações de contas públicas, em fiscalizar a atuação de seus vereadores, em participar das atividades propostas pelas escolas onde estudam seus filhos, etc. É um círculo vicioso de alienação política que, com esta metodologia adotada pelo processo de consulta popular (urnas volantes) só tende a aumentar. Depois, muitos (mas não todos) reclamam de suas políticos, que vivem com seus nomes envolvidos em falcatruas e investigações, que não cumprem com seus papéis políticos a contento, etc. Mas a sua parte de eleitores não fazem...
         O assunto não se esgota. Pense nisso!

quinta-feira, 28 de junho de 2012

Convite para Pedalada...



         Será dia 29 de julho próximo, final de férias escolares de inverno, com saída de Santo Amaro do Sul, General Câmara, RS, às 7.30h e chegada prevista para as 17h em Bom Retiro do Sul o "Pedal das Barragens". Passaremos também por São Jerônimo, Triunfo e Taquari, numa distância aproximada de 108 km.
         Além das barragens em si, e das cidades pelas quais passaremos, um dos atrativos é a travessia do rio Jacuí por balsa, entre São Jerônimo e Triunfo.
         Fica o convite.
         A logística é por conta de cada ciclista.

quinta-feira, 21 de junho de 2012

quinta-feira, 14 de junho de 2012

Um pouco de nossa História...

         No início deste mês tive a oportunidade de "fazer um pedal" na região das Missões, aqui no estado do Rio Grande do Sul.
         Durante algumas horas e por mais de sessenta quilômetros percorremos a região missioneira visitando importantes cidades e sítios arqueológicos que traduzem e demonstram um pouco o início da ocupação do território riograndense.
         Foi um grande passeio e uma grande aula de História.
         Fica a sugestão: é visita obrigatória a todo aquele que quer conhecer um pouco da História do Brasil e do povo riograndense.


quinta-feira, 24 de maio de 2012

Hip Hop - Um novo ângulo

         Ocorreu em Santa Cruz do Sul no último final de semana o Primeiro Open Extreme Brasil Hip Hop Dance, encontro internacional de dançarinos de Hip Hop, promovido pela JEF'S Studio de Danças daquela cidade.
         Na qualidade de "pai de bailarina" participei de algumas atividades do evento e pude vislumbrar o enorme potencial deste estilo de dança que, até bem pouco (ou ainda) era visto como estilo artístico de contra-cultura, de protesto, de gueto ou periferia. Nada mais equivocado.
         Estrutura profissional, bailarinos de diversos estados brasileiros e do exterior (EUA, Europa e Ásia), personalidades da música e da dança nacionais, competições individuais e por equipes em um octógono semelhante ao usado no UFC, mostra não-competitiva de excelentes talentos e muitas oficinas de dança.
         Realmente uma nova forma de se ver o HIP HOP.
         Nas fotos, a filha em alguns momentos da festa com a bailarina global Carol Nakamura e com o grupo da mostra competitiva Movimento de Rua de Santa Maria - RS.



      
  

quinta-feira, 17 de maio de 2012

Será que vamos a algum lugar? Ou CPMI do Cachoeira.


         Sei não. Uma CP(M)I que começa com depoimentos secretos, que é formada por certas figuras da política brasileira que, digamos o mínimo, não são as de passado mais ilibado, e onde uma das empresas envolvidas no processo faz ameaças públicas de execução financeira contra o poder público, começa sob o clima da suspeição e da dúvida. Terá que reverter as expectativas (negativas) e provar (e parecer) honesta à comunidade.
  Muita água ainda vai rolar nesta cachoeira...(dãaaa)
      Por falar em cachoeira, esta placa, de um atrativo turístico no município de Visconde de Mauá, Rio de Janeiro, é muito (muito mesmo) sugestiva: